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Lisbon  funniest tour

The funny way to discover Lisbon

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Somos uma empresa que actua na área do turismo na cidade de Lisboa.
Tuk Tuk Lisboa é uma empresa de circuitos turísticos focada nos seus clientes. Trabalhamos com o objectivo de exceder as expectativas dos mesmos, através de um serviço de excelência.

Aliando a tradição de bem receber dos portugueses, a Tuk Tuk Lisboa presta um atendimento personalizado, proporcionando o conforto, a segurança, a diversão e a tranquilidade necessários para desfrutar da cidade de Lisboa em pleno.

O que poderá ser melhor do que visitar Lisboa de Tuk Tuk?

Andar de Tuk Tuk é uma experiência divertida de conhecer a capital.
Um tour garantido pela originalidade.

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Tuk Tuk Lisbonandorinhas1

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Tuk Tuk– Triciclo com cabine para transporte de passageiros, muito utilizado em grandes cidades da Índia e do Sudoeste Asiático.

Recentemente, alguns países europeus adoptaram também este meio de transporte. Portugal é um deles!

Venha conhecer a capital a bordo de um veículo diferente : Tuk Tuk Lisboa!

Descubra cidade de uma forma diferente e seja bem-vindo a Lisboa!!

… Para várias ocasiões…

Os Tuk Tuk são para todas as ocasiões. Desde os passeios turísticos, ao especial dia do casamento, festas de empresas, é um meio de transporte diferenciado.

Faça da sua ocasião especial um evento para recordar, um momento inesquecível!
Com o Tuk Tuk, tem a liberdade de parar onde quiser, e sentir o pulsar da cidade e dos lisboetas.

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Contactos

Calçada do Monte Nº 23A 1100-361 Graça-Lisboa.

www.tuktuk-portugal.com
www.tuk-tuk-lisboa.pt
tuktuk.lisboa@gmail.com

info line:
+351 213 478 103
+351 964 776 666

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pessoas já visitaram o nosso site!
Circuito 1
Lisboa vista de cima

Descubra os principais miradouros de Lisboa a bordo de um Tuk Tuk

Sé – Miradouro Portas do Sol – Miradouro da Graça – Miradouro Nossa Senhora do Monte – Rossio – Chiado – Miradouro de Santa Catarina – Praça Comércio

Duração: 1 hora

Preço

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Circuito 2
À descoberta de Lisboa

Descubra os locais típicos lisboetas a bordo de um Tuk Tuk

Sé – Miradouro Portas do Sol – Miradouro da Graça – Miradouro Nossa Senhora do Monte – Rossio – Chiado – Miradouro de Santa Catarina – Príncipe Real – Miradouro de S. Pedro de Alcântara - Praça Comércio

Duração: 1 hora e meia

Preço

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Circuito 3
Vistas e Descobertas

Faça uma excursão da capital em Tuk Tuk

Sé – Miradouro Portas do Sol – Miradouro da Graça – Miradouro Nossa Senhora do Monte – Rossio – Chiado – Miradouro de Santa Catarina – Palácio de Belém – Mosteiro dos Jerónimos – CCB - Torre de Belém – Padrão dos Descobrimentos - Praça Comércio

Duração: 2 horas

Preço

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Circuito 4
Circuito completo

Conheça os esplendores de Lisboa a bordo de um Tuk Tuk

Sé – Miradouro Portas do Sol – Miradouro da Graça – Miradouro Nossa Senhora do Monte – Rossio – Chiado – Miradouro de Santa Catarina – Oceanário – Pavilhão do Conhecimento – Pavilhão de Portugal – Praça Comércio

Duração: 3 horas

Preço

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Circuito 5
Circuito personalizado

Usufrua de toda a flexibilidade a bordo de um Tuk Tuk, escolhendo onde deseja ir.

Eleja o seu próprio itinerário, optando pela rota da sua preferência, visitando ruas típicas, praças únicas e coloridas, labirintos de ruelas estreitas e grandiosos monumentos. Com o Tuk Tuk, tem a liberdade de parar onde quiser, e sentir o pulsar da cidade e dos lisboetas.

Tuk Tuk, simplesmente a melhor maneira de descobrir Lisboa!

Sé de LisboaSé de Lisboa
Construída, ao que tudo indica, sobre a antiga mesquita muçulmana, o primeiro impulso edificador da Sé de Lisboa deu-se entre 1147, data da Reconquista da cidade, e os primeiros anos do século XIII, projecto em que se adoptou um esquema idêntico ao da Sé de Coimbra, com três naves, trifório sobre as naves laterais, transepto saliente e cabeceira tripartida. Nos séculos seguintes deram-se as transformações mais marcantes, com a construção da Capela de Bartolomeu Joanes, do lado Norte da entrada principal, o claustro dionisino, que apesar da sua planta irregular se inclui na tipologia de claustros góticos portugueses e, especialmente, a nova cabeceira com deambulatório, mandada construir por D. Afonso IV para seu panteão familiar.

Miradouro Portas do SolMiradouro Portas do Sol
Situa-se no bairro histórico de Alfama. Do Miradouro das Portas do Sol, entre vários pontos de interesse, podemos observar a Igreja de São Vicente de Fora e todo o Bairro típico de Alfama que se estende por diversas ruas estreitas e sinuosas até ao Rio Tejo. O Miradouro das Portas do Sol é um espaço tipo varanda que todos os lisboetas se orgulham de ter à sua disposição. A vista magnífica da cidade de Lisboa, na sua zona oriental combina na perfeição com a vista sobre o magnífico Rio Tejo.

Miradouro da GraçaMiradouro da Graça
Encontra-se na freguesia da Graça em Lisboa. O bairro popular da Graça desenvolveu-se no fim do século XIX. No largo da Graça, junto à Igreja, existe uma esplanada no Miradouro da Graça onde se pode desfrutar de uma das mais belas vistas da cidade. O panorama de telhados e prédios é menos espectacular do que a vista do castelo, mas é um local popular. Por detrás do Miradouro fica um mosteiro agostiniano, fundado em 1271 e reconstruído depois do terramoto.

Miradouro Nossa Senhora do MonteMiradouro da Senhora do Monte
Desenvolve-se em frente da Capela de Nossa Senhora do Monte. A partir dele pode observar-se, para sul, o mar da Palha, o Castelo de São Jorge, parte da Baixa de Lisboa e o estuário do rio Tejo, para poente, do Bairro Alto até ao Parque Florestal de Monsanto e, para norte, o vale da Avenida Almirante Reis.

Praça de D. Pedro IVPraça de D. Pedro IV
Mais conhecida pelo seu antigo nome de Rossio, tem constituído o centro nevrálgico de Lisboa desde há seis séculos. Assistiu a touradas, festivais, paradas militares e também a autos-de-fé durante a Inquisição.
Hoje assiste a ocasionais comícios políticos, e os seus sóbrios edifícios pombalinos, estão ocupados por lojas de recordações, joalharias e cafés.
Entre 1848 e 1849 a praça foi calcetada a preto e branco, com padrões ondulantes. Foi um dos primeiros desenhos desse tipo a decorar os pavimentos da cidade. No lado norte da praça fica o Teatro Nacional D. Maria II, que recebeu o nome da filha de D. Pedro, D. Maria II.

ChiadoChiado
É um dos bairros mais emblemáticos e tradicionais da cidade de Lisboa. Localiza-se entre o Bairro Alto e a Baixa Pombalina. Em 1856, com a criação do grémio literário, um clube dos intelectuais da época, o Chiado tornou-se o centro do Romantismo Português, ponto de passagem obrigatório para quem queria ser conhecido na cidade. O escritor Eça de Queiroz na sua obra "Os Maias" fazia grande referência ao Chiado e ao Grémio literário. Em 1988, deflagrou um incêndio no edifício Grandela, que viria a tomar grandes proporções alastrando-se a mais dezessete edifícios. O Chiado ficou destruído e a sua reconstrução levou toda a década de 1990, ficando o design a cargo do arquiteto Álvaro Siza Vieira.

Hoje o Chiado voltou a ser um importante centro de comércio de Lisboa, sendo uma das zonas mais cosmopolitas e movimentadas da Capital Portuguesa.

Miradouro de Santa CatarinaMiradouro de Santa Catarina
Fica perto do bairro histórico do Bairro Alto. Este miradouro situado numa das colinas da cidade antiga possui uma deslumbrante vista sobre o Rio Tejo e sobre a margem sul deste. No local existe uma esplanada e uma pequena área verde que envolve uma escultura alusiva ao Adamastor.

Sé de LisboaSé de Lisboa
Construída, ao que tudo indica, sobre a antiga mesquita muçulmana, o primeiro impulso edificador da Sé de Lisboa deu-se entre 1147, data da Reconquista da cidade, e os primeiros anos do século XIII, projecto em que se adoptou um esquema idêntico ao da Sé de Coimbra, com três naves, trifório sobre as naves laterais, transepto saliente e cabeceira tripartida. Nos séculos seguintes deram-se as transformações mais marcantes, com a construção da Capela de Bartolomeu Joanes, do lado Norte da entrada principal, o claustro dionisino, que apesar da sua planta irregular se inclui na tipologia de claustros góticos portugueses e, especialmente, a nova cabeceira com deambulatório, mandada construir por D. Afonso IV para seu panteão familiar.

Miradouro Portas do SolMiradouro Portas do Sol
Situa-se no bairro histórico de Alfama. Do Miradouro das Portas do Sol, entre vários pontos de interesse, podemos observar a Igreja de São Vicente de Fora e todo o Bairro típico de Alfama que se estende por diversas ruas estreitas e sinuosas até ao Rio Tejo. O Miradouro das Portas do Sol é um espaço tipo varanda que todos os lisboetas se orgulham de ter à sua disposição. A vista magnífica da cidade de Lisboa, na sua zona oriental combina na perfeição com a vista sobre o magnífico Rio Tejo.

Miradouro da GraçaMiradouro da Graça
Encontra-se na freguesia da Graça em Lisboa. O bairro popular da Graça desenvolveu-se no fim do século XIX. No largo da Graça, junto à Igreja, existe uma esplanada no Miradouro da Graça onde se pode desfrutar de uma das mais belas vistas da cidade. O panorama de telhados e prédios é menos espectacular do que a vista do castelo, mas é um local popular. Por detrás do Miradouro fica um mosteiro agostiniano, fundado em 1271 e reconstruído depois do terramoto.

Miradouro Nossa Senhora do MonteMiradouro da Senhora do Monte
Desenvolve-se em frente da Capela de Nossa Senhora do Monte. A partir dele pode observar-se, para sul, o mar da Palha, o Castelo de São Jorge, parte da Baixa de Lisboa e o estuário do rio Tejo, para poente, do Bairro Alto até ao Parque Florestal de Monsanto e, para norte, o vale da Avenida Almirante Reis.

Praça de D. Pedro IVPraça de D. Pedro IV
Mais conhecida pelo seu antigo nome de Rossio, tem constituído o centro nevrálgico de Lisboa desde há seis séculos. Assistiu a touradas, festivais, paradas militares e também a autos-de-fé durante a Inquisição.
Hoje assiste a ocasionais comícios políticos, e os seus sóbrios edifícios pombalinos, estão ocupados por lojas de recordações, joalharias e cafés.
Entre 1848 e 1849 a praça foi calcetada a preto e branco, com padrões ondulantes. Foi um dos primeiros desenhos desse tipo a decorar os pavimentos da cidade. No lado norte da praça fica o Teatro Nacional D. Maria II, que recebeu o nome da filha de D. Pedro, D. Maria II.

ChiadoChiado
É um dos bairros mais emblemáticos e tradicionais da cidade de Lisboa. Localiza-se entre o Bairro Alto e a Baixa Pombalina. Em 1856, com a criação do grémio literário, um clube dos intelectuais da época, o Chiado tornou-se o centro do Romantismo Português, ponto de passagem obrigatório para quem queria ser conhecido na cidade. O escritor Eça de Queiroz na sua obra "Os Maias" fazia grande referência ao Chiado e ao Grémio literário. Em 1988, deflagrou um incêndio no edifício Grandela, que viria a tomar grandes proporções alastrando-se a mais dezessete edifícios. O Chiado ficou destruído e a sua reconstrução levou toda a década de 1990, ficando o design a cargo do arquiteto Álvaro Siza Vieira.

Hoje o Chiado voltou a ser um importante centro de comércio de Lisboa, sendo uma das zonas mais cosmopolitas e movimentadas da Capital Portuguesa.

Miradouro de Santa CatarinaMiradouro de Santa Catarina
Fica perto do bairro histórico do Bairro Alto. Este miradouro situado numa das colinas da cidade antiga possui uma deslumbrante vista sobre o Rio Tejo e sobre a margem sul deste. No local existe uma esplanada e uma pequena área verde que envolve uma escultura alusiva ao Adamastor.

Praça do ComércioPraça do Comércio
Também conhecida por Terreiro do Paço, é uma praça da Baixa de Lisboa situada junto ao rio Tejo, na zona que foi o local do palácio dos reis de Portugal durante cerca de dois séculos. É uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 000 m² (180m x 200m). Em 1511, o rei D. Manuel I transferiu a sua residência do Castelo de São Jorge para este local junto ao rio. O Paço da Ribeira, bem como a sua biblioteca de 70 000 volumes, foram destruídos pelo terramoto de 1755. Na reconstrução, a praça tornou-se no elemento fundamental do plano do Marquês de Pombal. Os edifícios, com arcadas que circundam a praça, albergam alguns departamentos de vários Ministérios do Governo Português e ainda o famoso café Martinho da Arcada, o mais antigo de Lisboa, e um dos preferidos de Fernando Pessoa. No centro da praça, vê-se a estátua equestre de D. José, erigida em 1775 por Joaquim Machado de Castro, o principal escultor português do século XVIII. No lado norte da praça, encontra-se o Arco Triunfal da Rua Augusta, a entrada para a Baixa.

Príncipe RealPríncipe Real
Em meados do século XIX ali se fazia o mercado dos porcos e entre 1856 e 1868 abrigou a antiga feira das Amoreiras. O Governo resolveu limpar o terreno e entregá-lo definitivamente à Câmara, incumbindo-a de concretizar uma nova Praça.
Em finais dos anos 60 começou o alinhamento da praça: primeiro uns bancos e, finalmente em 1869, por iniciativa do vereador Dr. Luís de Almeida e Albuquerque (antigo Director do "Jornal do Comércio e das Colónias), com a implantação de "estilo Inglês", obra do jardineiro João Francisco da Silva, estava criado o jardim.
Em breve começava a ser plantado e era dado ao espaço o nome de Príncipe Real, homenageando o filho mais velho de D.Maria II e de D. Fernando de Sax-Caburgo-Gota o príncipe real D.Pedro, depois Rei D. Pedro V de Portugal que, curiosamente, tem dois topónimos contíguos que lhe são dedicados: esta Praça e a Rua com o seu nome que segue para S. Pedro de Alcântara.

Jardim de São Pedro de Alcântara Jardim de São Pedro de Alcântara
Situa-se perto do Bairro Alto. O jardim possui um pequeno lago e um miradouro, que oferece uma imponente vista sobre o leste de Lisboa avistando-se parte da zona Baixa de Lisboa e da margem sul do rio Tejo. Existe um mapa em azulejos junto à balaustrada, que ajuda a identificar alguns locais de Lisboa. O panorama estende-se desde as muralhas do Castelo de São Jorge rodeado pelas árvores e da Sé de Lisboa (séc. XII), nas colinas a sudoeste, até à Igreja da Penha de França do século XVIII, a noroeste. Também é visível o grande complexo da Igreja da Graça, enquanto que São Vicente de Fora é reconhecível pelas torres simétricas em volta da fachada branca. A vista é mais imponente ao pôr do sol e à noite, quando o Castelo e a Sé estão iluminados, e o miradouro é um popular ponto de encontro para os jovens lisboetas.

Sé de LisboaSé de Lisboa
Construída, ao que tudo indica, sobre a antiga mesquita muçulmana, o primeiro impulso edificador da Sé de Lisboa deu-se entre 1147, data da Reconquista da cidade, e os primeiros anos do século XIII, projecto em que se adoptou um esquema idêntico ao da Sé de Coimbra, com três naves, trifório sobre as naves laterais, transepto saliente e cabeceira tripartida. Nos séculos seguintes deram-se as transformações mais marcantes, com a construção da Capela de Bartolomeu Joanes, do lado Norte da entrada principal, o claustro dionisino, que apesar da sua planta irregular se inclui na tipologia de claustros góticos portugueses e, especialmente, a nova cabeceira com deambulatório, mandada construir por D. Afonso IV para seu panteão familiar.

Miradouro Portas do SolMiradouro Portas do Sol
Situa-se no bairro histórico de Alfama. Do Miradouro das Portas do Sol, entre vários pontos de interesse, podemos observar a Igreja de São Vicente de Fora e todo o Bairro típico de Alfama que se estende por diversas ruas estreitas e sinuosas até ao Rio Tejo. O Miradouro das Portas do Sol é um espaço tipo varanda que todos os lisboetas se orgulham de ter à sua disposição. A vista magnífica da cidade de Lisboa, na sua zona oriental combina na perfeição com a vista sobre o magnífico Rio Tejo.

Miradouro da GraçaMiradouro da Graça
Encontra-se na freguesia da Graça em Lisboa. O bairro popular da Graça desenvolveu-se no fim do século XIX. No largo da Graça, junto à Igreja, existe uma esplanada no Miradouro da Graça onde se pode desfrutar de uma das mais belas vistas da cidade. O panorama de telhados e prédios é menos espectacular do que a vista do castelo, mas é um local popular. Por detrás do Miradouro fica um mosteiro agostiniano, fundado em 1271 e reconstruído depois do terramoto.

Miradouro Nossa Senhora do MonteMiradouro da Senhora do Monte
Desenvolve-se em frente da Capela de Nossa Senhora do Monte. A partir dele pode observar-se, para sul, o mar da Palha, o Castelo de São Jorge, parte da Baixa de Lisboa e o estuário do rio Tejo, para poente, do Bairro Alto até ao Parque Florestal de Monsanto e, para norte, o vale da Avenida Almirante Reis.

Praça de D. Pedro IVPraça de D. Pedro IV
Mais conhecida pelo seu antigo nome de Rossio, tem constituído o centro nevrálgico de Lisboa desde há seis séculos. Assistiu a touradas, festivais, paradas militares e também a autos-de-fé durante a Inquisição.
Hoje assiste a ocasionais comícios políticos, e os seus sóbrios edifícios pombalinos, estão ocupados por lojas de recordações, joalharias e cafés.
Entre 1848 e 1849 a praça foi calcetada a preto e branco, com padrões ondulantes. Foi um dos primeiros desenhos desse tipo a decorar os pavimentos da cidade. No lado norte da praça fica o Teatro Nacional D. Maria II, que recebeu o nome da filha de D. Pedro, D. Maria II.

ChiadoChiado
É um dos bairros mais emblemáticos e tradicionais da cidade de Lisboa. Localiza-se entre o Bairro Alto e a Baixa Pombalina. Em 1856, com a criação do grémio literário, um clube dos intelectuais da época, o Chiado tornou-se o centro do Romantismo Português, ponto de passagem obrigatório para quem queria ser conhecido na cidade. O escritor Eça de Queiroz na sua obra "Os Maias" fazia grande referência ao Chiado e ao Grémio literário. Em 1988, deflagrou um incêndio no edifício Grandela, que viria a tomar grandes proporções alastrando-se a mais dezessete edifícios. O Chiado ficou destruído e a sua reconstrução levou toda a década de 1990, ficando o design a cargo do arquiteto Álvaro Siza Vieira.

Hoje o Chiado voltou a ser um importante centro de comércio de Lisboa, sendo uma das zonas mais cosmopolitas e movimentadas da Capital Portuguesa.

Miradouro de Santa CatarinaMiradouro de Santa Catarina
Fica perto do bairro histórico do Bairro Alto. Este miradouro situado numa das colinas da cidade antiga possui uma deslumbrante vista sobre o Rio Tejo e sobre a margem sul deste. No local existe uma esplanada e uma pequena área verde que envolve uma escultura alusiva ao Adamastor.

Praça do ComércioPraça do Comércio
Também conhecida por Terreiro do Paço, é uma praça da Baixa de Lisboa situada junto ao rio Tejo, na zona que foi o local do palácio dos reis de Portugal durante cerca de dois séculos. É uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 000 m² (180m x 200m). Em 1511, o rei D. Manuel I transferiu a sua residência do Castelo de São Jorge para este local junto ao rio. O Paço da Ribeira, bem como a sua biblioteca de 70 000 volumes, foram destruídos pelo terramoto de 1755. Na reconstrução, a praça tornou-se no elemento fundamental do plano do Marquês de Pombal. Os edifícios, com arcadas que circundam a praça, albergam alguns departamentos de vários Ministérios do Governo Português e ainda o famoso café Martinho da Arcada, o mais antigo de Lisboa, e um dos preferidos de Fernando Pessoa. No centro da praça, vê-se a estátua equestre de D. José, erigida em 1775 por Joaquim Machado de Castro, o principal escultor português do século XVIII. No lado norte da praça, encontra-se o Arco Triunfal da Rua Augusta, a entrada para a Baixa.

Torre de BelémTorre de Belém
É um dos monumentos mais expressivos da cidade de Lisboa. Localiza-se na margem direita do rio Tejo, onde existiu outrora a praia de Belém. Inicialmente cercada pelas águas em todo o seu perímetro, progressivamente foi envolvida pela praia, até se incorporar hoje à terra firme.
O monumento se destaca pelo nacionalismo implícito, visto que é todo rodeado por decorações do Brasão de armas de Portugal, incluindo inscrições de cruzes da Ordem de Cristo nas janelas de baluarte; tais características remetem principalmente à arquitetura típica de uma época em que o país era uma potência global (a do início da Idade Moderna).
Classificada como Património Mundial pela UNESCO desde 1983, foi eleita como uma das Sete maravilhas de Portugal em 7 de julho de 2007.

Sé de LisboaSé de Lisboa
Construída, ao que tudo indica, sobre a antiga mesquita muçulmana, o primeiro impulso edificador da Sé de Lisboa deu-se entre 1147, data da Reconquista da cidade, e os primeiros anos do século XIII, projecto em que se adoptou um esquema idêntico ao da Sé de Coimbra, com três naves, trifório sobre as naves laterais, transepto saliente e cabeceira tripartida. Nos séculos seguintes deram-se as transformações mais marcantes, com a construção da Capela de Bartolomeu Joanes, do lado Norte da entrada principal, o claustro dionisino, que apesar da sua planta irregular se inclui na tipologia de claustros góticos portugueses e, especialmente, a nova cabeceira com deambulatório, mandada construir por D. Afonso IV para seu panteão familiar.

Miradouro Portas do SolMiradouro Portas do Sol
Situa-se no bairro histórico de Alfama. Do Miradouro das Portas do Sol, entre vários pontos de interesse, podemos observar a Igreja de São Vicente de Fora e todo o Bairro típico de Alfama que se estende por diversas ruas estreitas e sinuosas até ao Rio Tejo. O Miradouro das Portas do Sol é um espaço tipo varanda que todos os lisboetas se orgulham de ter à sua disposição. A vista magnífica da cidade de Lisboa, na sua zona oriental combina na perfeição com a vista sobre o magnífico Rio Tejo.

Miradouro da GraçaMiradouro da Graça
Encontra-se na freguesia da Graça em Lisboa. O bairro popular da Graça desenvolveu-se no fim do século XIX. No largo da Graça, junto à Igreja, existe uma esplanada no Miradouro da Graça onde se pode desfrutar de uma das mais belas vistas da cidade. O panorama de telhados e prédios é menos espectacular do que a vista do castelo, mas é um local popular. Por detrás do Miradouro fica um mosteiro agostiniano, fundado em 1271 e reconstruído depois do terramoto.

Miradouro Nossa Senhora do MonteMiradouro da Senhora do Monte
Desenvolve-se em frente da Capela de Nossa Senhora do Monte. A partir dele pode observar-se, para sul, o mar da Palha, o Castelo de São Jorge, parte da Baixa de Lisboa e o estuário do rio Tejo, para poente, do Bairro Alto até ao Parque Florestal de Monsanto e, para norte, o vale da Avenida Almirante Reis.

Praça de D. Pedro IVPraça de D. Pedro IV
Mais conhecida pelo seu antigo nome de Rossio, tem constituído o centro nevrálgico de Lisboa desde há seis séculos. Assistiu a touradas, festivais, paradas militares e também a autos-de-fé durante a Inquisição.
Hoje assiste a ocasionais comícios políticos, e os seus sóbrios edifícios pombalinos, estão ocupados por lojas de recordações, joalharias e cafés.
Entre 1848 e 1849 a praça foi calcetada a preto e branco, com padrões ondulantes. Foi um dos primeiros desenhos desse tipo a decorar os pavimentos da cidade. No lado norte da praça fica o Teatro Nacional D. Maria II, que recebeu o nome da filha de D. Pedro, D. Maria II.

ChiadoChiado
É um dos bairros mais emblemáticos e tradicionais da cidade de Lisboa. Localiza-se entre o Bairro Alto e a Baixa Pombalina. Em 1856, com a criação do grémio literário, um clube dos intelectuais da época, o Chiado tornou-se o centro do Romantismo Português, ponto de passagem obrigatório para quem queria ser conhecido na cidade. O escritor Eça de Queiroz na sua obra "Os Maias" fazia grande referência ao Chiado e ao Grémio literário. Em 1988, deflagrou um incêndio no edifício Grandela, que viria a tomar grandes proporções alastrando-se a mais dezessete edifícios. O Chiado ficou destruído e a sua reconstrução levou toda a década de 1990, ficando o design a cargo do arquiteto Álvaro Siza Vieira.

Hoje o Chiado voltou a ser um importante centro de comércio de Lisboa, sendo uma das zonas mais cosmopolitas e movimentadas da Capital Portuguesa.

Miradouro de Santa CatarinaMiradouro de Santa Catarina
Fica perto do bairro histórico do Bairro Alto. Este miradouro situado numa das colinas da cidade antiga possui uma deslumbrante vista sobre o Rio Tejo e sobre a margem sul deste. No local existe uma esplanada e uma pequena área verde que envolve uma escultura alusiva ao Adamastor.

Praça do ComércioPraça do Comércio
Também conhecida por Terreiro do Paço, é uma praça da Baixa de Lisboa situada junto ao rio Tejo, na zona que foi o local do palácio dos reis de Portugal durante cerca de dois séculos. É uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 000 m² (180m x 200m). Em 1511, o rei D. Manuel I transferiu a sua residência do Castelo de São Jorge para este local junto ao rio. O Paço da Ribeira, bem como a sua biblioteca de 70 000 volumes, foram destruídos pelo terramoto de 1755. Na reconstrução, a praça tornou-se no elemento fundamental do plano do Marquês de Pombal. Os edifícios, com arcadas que circundam a praça, albergam alguns departamentos de vários Ministérios do Governo Português e ainda o famoso café Martinho da Arcada, o mais antigo de Lisboa, e um dos preferidos de Fernando Pessoa. No centro da praça, vê-se a estátua equestre de D. José, erigida em 1775 por Joaquim Machado de Castro, o principal escultor português do século XVIII. No lado norte da praça, encontra-se o Arco Triunfal da Rua Augusta, a entrada para a Baixa.

Oceanário de LisboaOceanário de Lisboa
É um museu de biologia marinha situado no Parque das Nações em Lisboa, Portugal, construído no âmbito da Expo 98. Este pavilhão, da autoria do arquitecto norte-americano Peter Chermayeff, lembra um porta-aviões e está instalado num cais rodeado de água. É o segundo maior oceanário do Mundo e contém uma impressionante colecção de espécies — aves, mamíferos, peixes e outros habitantes marinhos. Os habitats escolhidos, pela sua riqueza natural em termos de fauna e flora, foram os seguintes: oceano Antárctico, recife de coral do oceano Índico, costas rochosas do oceano Pacífico e costa dos Açores, no oceano Atlântico.

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